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Como deve ser a participação do Estado no campo econômico? Qual ambiente é mais favorável? De que forma a gestão pode tornar-se mais eficiente? Essas e novas questões nortearam os professores Sérgio Lazzarini, Ph.D. Especialista do Imil, Lazzarini é diretor de Pesquisa e Pós-Graduação Stricto Sensu do Instituto de Ensino e Busca (Insper) e escreve postagens para o jornal “O Estado de S. Paulo”. Wagner Vargas: O que é a reinvenção do capitalismo de Estado?


Sérgio Lazzarini: Todo mundo passou por mudanças em conexão à participação do governo no controle das empresas. Ele passou do controle das grandes para as pequenas. Construíram-se novos mecanismos, como os fundos soberanos. No Brasil, temos, a título de exemplo, o BNDES, que participa com capital acionário em diversas empresas. É um modelo que chamamos de “Leviatã minoritário”: o Estado participa http://all4webs.com/zonacomjogos0/vxuyhgnqjv736.htm , todavia não é esse enorme ser (Leviatã). Ele não controla as http://all4webs.com/dancedebtor1/paoocodpfg297.htm , entretanto está ali como minoritário.


Esse é um grande movimento. No segundo movimento, as grandes estatais que não foram privatizadas, porém que sobreviveram, em certo significado foram transformadas; com mais transparência, em tese. E algumas se listaram em bolsas imediatamente bem estabelecidas, como a bolsa de Nova Iorque. Diversas modernizaram tua governança e atraíram investidores privados com fundos para participar de projetos com as estatais.


Esse é um paradigma denominado como “Leviatã majoritário”. A gente descreve no livro esses dois grandes movimentos. Vargas: Entretanto estes dois movimentos trouxeram avanços ou, na verdade, provocaram mais dificuldades? Lazzarini: Depende. Em alguns países, tais como, há grandes estatais blindadas de interferência política, que seguem objetivos, mandatos claros e são bem eficientes. Contudo, infelizmente, em alguns países, os governos não resistiram à tentação de utilizar toda a máquina pra fins políticos. Quer dizer, pra interceder nestas empresas e usá-las para tomar decisões que não seriam as melhores pra empresa e para a população, como, infelizmente, a gente acabou analisando no caso da Petrobras. Vargas: A obra sinaliza trade-offs entre os modelos de gestão em empresas públicas e privadas.




Tivemos há insuficiente um ministro da Fazenda presidindo o conselho da Petrobras. https://www.liveinternet.ru/users/lowe_welch/blog#post437208813 um recinto mais transparente pra blindar este tipo de ingerência política pela gestão? Lazzarini: É vital ter uma gestão profissional, um conselho, pessoas que estão monitorando a organização e que não são ligados ao governo em exercício.


Pessoas reconhecidas, profissionais de mercado com o papel de supervisionar o que está sendo feito. O problema é que só isto não basta. O governo vai cobiçar mudar todos os nomes, pôr pessoas do partido político. O que carecemos fazer? Carecemos montar um local institucional robusto, com um sistema de freios e contrapesos.


Por exemplo, agências reguladoras estáveis, agências fortes. ‘Ah, mas eu desejo usar a estatal para meter-se em determinado setor’. Não vai atingir se a agência reguladora tiver regras pro setor. No Brasil, assim como há espaço para se construir uma lei específica pra estas sociedades, chamadas de capital misto, que eu chamei de “Leviatã majoritário”, corporações controladas pelo Estado, porém com investidores privados. Carecemos de uma lei mais clara, que determine o que haverá no estatuto, caraterística dos gestores e dos conselheiros, e regras até pra intervenção do Estado. Há várias transformações https://www.liveinternet.ru/users/quinlan_dreyer/blog#post437190924 necessitam ser feitas e garantidas.


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